O Hill Aerospace Museum implementou tecnologia de digitalização e impressão 3D para fabricar componentes difíceis de encontrar para sua coleção de aeronaves. O museu investiu US$ 6 mil na tecnologia, o que reduziu os custos do projeto em 80% e eliminou meses de busca por peças obsoletas.


“Garantir a precisão histórica está na vanguarda da restauração e das exposições”, disse Brandon Hedges, chefe de restauração do museu. “Nossa prioridade é encontrar a peça historicamente precisa; se não conseguirmos encontrar a peça correta, recorremos à tecnologia moderna para recriar nossa peça para fins visuais.” A equipe primeiro pesquisa e tenta localizar peças originais na comunidade da aviação antes de criar reproduções.
A estagiária do museu Holly Bingham explicou que o scanner captura medições detalhadas dos componentes existentes. “São necessários ajustes cuidadosos, iluminação correta e movimentos constantes para criar o modelo perfeito. Esses modelos podem então ser impressos em 3D para substituir os componentes frágeis ou ausentes de um avião”, disse ela. O museu rastreia todas as peças reproduzidas para que os originais possam ser instalados caso fiquem disponíveis posteriormente.


Além da restauração de aeronaves, a tecnologia serve para operações práticas em museus. O especialista em exposições John Sluder observou que a impressão 3D tem sido usada para criar montagens de sinalização estática com pés impressos que evitam que as placas de base de aço deslizem no piso de concreto. “O que mais me entusiasma é que a impressão 3D não está apenas nos ajudando a restaurar peças de aeronaves”, disse Sluder. “Está nos dando ferramentas para resolver os desafios diários no museu, desde manter as exposições seguras até tornar a sinalização mais flexível.”
Fonte: colina.af.mil