Aumentar a produção em 50% sem adicionar espaço parece irrealista para a maioria dos fabricantes.
Esse period exatamente o objetivo dentro das instalações de produção da Beyerdynamic, fabricante alemã de equipamentos de áudio profissionais e fones de ouvido. A liderança definiu um plano de quatro anos: aumentar a produtividade da fábrica em 50%, mantendo a mesma pegada e protegendo padrões de qualidade rigorosos.
Nenhum prédio novo.
Sem comprometer a precisão acústica.
Sem redução da força de trabalho.
Veja como a automação robótica colaborativa tornou isso possível.
O desafio da fabricação: aumentar a produtividade no mesmo espaço
O gargalo foi uma aplicação de cola em spray usada para refinar acusticamente os alto-falantes dos fones de ouvido.
Anteriormente, operadores qualificados aplicavam manualmente um meio diretamente na membrana do alto-falante usando um pincel. Embora preciso, o processo introduziu:
- Variabilidade na espessura da aplicação
- Resultados de qualidade inconsistentes
- Melhorias limitadas no tempo de ciclo
- Preocupações ergonômicas e de segurança
Os processos manuais muitas vezes se tornam o fator limitante quando os fabricantes pretendem escalar a produção em ambientes restritos.
A equipe identificou duas oportunidades de automação:
- Manuseio do alto-falante soldado
- Pulverização do meio acústico
Os robôs colaborativos rapidamente se tornaram a solução preferida devido à sua flexibilidade, tamanho compacto e facilidade de integração.
A solução de automação: robôs colaborativos com visão integrada

A empresa selecionou dois robôs colaborativos UR5 da Common Robots para construir uma célula robótica sincronizada.
Para resolver os desafios de manuseio de peças, eles integraram:
Por que os sistemas de visão são importantes na automação da produção
Um desafio common na fabricação é a variação da posição das peças. Os componentes raramente chegam exatamente na mesma orientação.
Nesse caso:
- Alto-falantes soldados foram colocados dentro do campo de visão da câmera.
- O sistema de visão reconheceu a geometria do alto-falante.
- A pinça o escolheu e posicionou com precisão.
Os engenheiros não precisaram calcular manualmente as coordenadas. Em vez disso, eles guiaram fisicamente o robô para ensinar posições. A integração plug-and-play reduziu o tempo de programação e simplificou a implantação.
Essa combinação de robôs colaborativos, garras robóticas e visão integrada permitiu a coleta confiável de peças posicionadas de maneira não uniforme — uma barreira comum à adoção da automação.
Célula robótica coordenada para manuseio e pulverização
Assim que o primeiro robô colocou o alto-falante em um acessório, o segundo UR5 iniciou o processo de pulverização.
A sequência automatizada incluiu:
- Aplicação uniforme do meio acústico
- Pulverização alternada entre dois equipamentos
- Colocação automática de alto-falantes concluídos em bandejas
- Coordenação contínua entre os dois robôs
O resultado foi uma célula robótica totalmente sincronizada realizando operações de manuseio, pulverização e preparação.
A integração inicial exigiu refinamento, especialmente em torno da precisão da pulverização e do sincronismo multirobô. No entanto, a otimização contínua melhorou significativamente os tempos de ciclo.
Resultados mensuráveis: aumento de 50% na produção e 50% de melhoria na qualidade
A produção começou oficialmente em julho.
Com os mesmos três funcionários lotados na emissora, a empresa conseguiu:
- Aumento de 50% no quantity de produção
- Melhoria de 50% no índice de qualidade
- Desempenho de processo mais estável e repetível
- Variabilidade reduzida na aplicação do meio acústico
A pulverização robótica consistente eliminou as flutuações inerentes à escovação handbook. Os prazos de entrega de produção melhoraram, mantendo padrões de qualidade rigorosos.
É importante ressaltar que a área ocupada pela fábrica permaneceu inalterada.
Para os fabricantes que procuram formas de aumentar a produção sem expandir as instalações, este caso demonstra como a automação robótica colaborativa pode desbloquear capacidades ocultas.
Colaboração homem-robô na fabricação
A automação bem-sucedida não é apenas técnica; é cultural.
A liderança priorizou a comunicação no início do projeto. Os funcionários foram convidados a participar do programa piloto para reduzir o medo e incentivar a colaboração.
Os operadores foram treinados para:
- Iniciar e monitorar os robôs
- Solucionar problemas
- Reinicie os sistemas de forma independente
Em vez de realizar aplicações repetitivas de cola, os trabalhadores qualificados passaram a realizar tarefas de maior valor, onde a experiência humana acrescenta maior impacto.
Esta abordagem reflete uma tendência de produção mais ampla: a automação realoca o talento humano em vez de substituí-lo.
Principais conclusões
Este caso destaca várias lições críticas para os fabricantes que avaliam a automação fabril:
- Robôs colaborativos permitem aumentos de produção sem expandir o espaço físico
- Sistemas de visão integrados resolvem a variabilidade de posição das peças
- Garras plug-and-play simplificam a implantação
- A colaboração humano-robô melhora a utilização da força de trabalho
- O ROI mensurável pode ser alcançado através da estabilidade do processo
Para fabricantes que enfrentam restrições de espaço, demandas de qualidade e pressão para aumentar o rendimento, as células robóticas colaborativas fornecem um caminho prático e escalonável.
A transformação dentro da Beyerdynamic mostra que ganhos significativos de produtividade são possíveis – mesmo dentro dos mesmos muros.