Equipe da USC imprime bobinas de ressonância magnética por apenas US$ 30 a unidade | VoxelMatters


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Bobinas de ressonância magnética – antenas especializadas colocadas contra o corpo para detectar sinais de radiofrequência de tecidos – custam atualmente entre US$ 10.000 e US$ 50.000 cada. Eles exigem fabricação complexa e seguem designs rígidos de tamanho único que limitam o contato anatômico e reduzem a qualidade da imagem.

Agora, pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia (USC) desenvolveram uma alternativa impressa em 3D que eleva os custos de materiais consumíveis para aproximadamente US$ 30 por elemento.

Equipe da USC imprime bobinas de ressonância magnética por apenas US$ 30 a unidade | VoxelMatters

O projeto, liderado por Yasser Khan, professor assistente do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação Ming Hsieh da USC, e Krishna Nayak, professor de engenharia elétrica e de computação que lidera o Dynamic Imaging Science Heart (DISC), imprimiu as bobinas usando uma formulação de tinta prateada em um substrato de TPU.

Isso alcançou aproximadamente 95% da eficiência do sinal das bobinas de cobre padrão, permanecendo flexível o suficiente para se adaptar perfeitamente ao corpo. Cada elemento foi fabricado em apenas oito minutos usando uma impressora de gravação direta com tinta Voltera NOVA e arquivos Gerber padrão.

Em testes de imagem do pulso, as matrizes forneceram contraste quatro vezes maior e nitidez cinco vezes maior do que as bobinas comerciais. O estudante de doutorado Félix Muñoz, que co-liderou a pesquisa, observou que a pequena quantidade de prata necessária por bobina mantém os custos de consumo em cerca de US$ 30 por elemento, apesar da prata ser um steel precioso.

Pacientes pediátricos como primeiro alvo clínico

John Wooden, professor associado de pediatria e radiologia da Keck College of Drugs da USC e colaborador do Kids’s Hospital Los Angeles, descreveu a tecnologia como “uma virada de jogo” na detecção de condições não diagnosticadas em crianças e bebês.

Ele também explicou que as bobinas de corrente são projetadas para adultos e pouco adaptadas para uso pediátrico. “O coração de uma criança pode ser tão pequeno quanto uma noz”, disse Wooden, exigindo uma precisão que os designs padrão não personalizáveis ​​não conseguem oferecer.

Khan afirmou que o próximo passo da equipe são os testes em pacientes, com Nayak identificando imagens pulmonares pediátricas como a provável primeira aplicação clínica. “Tudo começa com um sinal”, afirmou Wooden, acrescentando que a captura de um sinal mais forte poderia melhorar a precisão do diagnóstico em uma ampla gama de doenças.

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